Projeto que cria a Frente Parlamentar de acompanhamento da vacinação contra Covid-19 é aprovado

Atualizado: há 5 dias

O Vereador Sansão Pereira (Republicanos) é coautor do projeto de resolução que foi aprovado por unanimidade pelos membros da Comissão



A Comissão de Justiça, Cidadania e Legislação Participativa da Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou, na Sessão Ordinária desta quarta-feira, o Projeto de Resolução (PR 4/2021) que cria a Frente Parlamentar de fiscalização, acompanhamento e controle do processo de evolução da vacinação contra a Covid-19 na cidade de São Paulo.


A finalidade da Frente será contribuir com o aprofundamento do debate, da

formulação e da implementação de políticas públicas que promovam garantir a máxima

lisura, transparência e proteção do cidadão paulistano na evolução da aplicação das vacinas contra a COVID 19 em SP.


Recentemente, foram veiculadas matérias que apontavam descumprimento nas regras de aplicação das vacinas e até sobre fraudes contra idosos que já teriam o direito de receber as doses. " Um processo de vacinação de qualidade é fundamental para que consigamos frear o coronavírus, salvar vidas e para que nossa cidade possa voltar a respirar. Afirma o coautor do projeto, vereador Sansão Pereira.


As reuniões da Frente serão virtuais, abertas e poderão contar com a participação de organizações representativas e de qualquer cidadão da cidade de São Paulo. Serão produzidos relatórios de

suas atividades, apresentando síntese das conclusões das reuniões e

encontros, visando garantir a ampla divulgação para sociedade.


O projeto foi uma iniciativa do vereador Antônio Guedes, com a coautoria dos vereadores Sansão Pereira (REPUBLICANOS), Cris Monteiro (NOVO), Gilberto Nascimento (PSC), Rubinho Nunes (PATRIOTA), Juliana Cardoso (PT), Marlon Luz (PATRIOTA), Dr. Sidney Cruz (SOLIDARIEDADE), Ely Teruel (PODE), Silvia da Bancada Feminista (PSOL), Elaine do Quilombo Periférico (PSOL), Antonio Donato (PT) e Fernando Holiday (S/PARTIDO). O parecer do vereador Faria de Sá foi aprovado por unanimidade na CCJ.




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