ANVISA libera registro definitivo para vacina da Pfizer contra COVID 19


Na manhã de hoje (23/2), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), liberou o registro definitivo à vacina da Pfizer, que apresentou 95% de eficácia contra o coronavírus.

Após um período de dezessete (17) dias de análise, foi concedido o primeiro registro da vacina contra a COVID 19, para uso amplo em toda a América, que foram aferidas, testadas e liberadas. Esta liberação permite que a farmacêutica possa comercializar doses para ampliação em massa no Brasil. Mas ainda, o laboratório não assinou nenhum contrato com o Ministério da Saúde.

A vacina da Norte-Americana Pfizer é a primeira a receber o registro definitivo no Brasil, uma autorização permanente para ser usada em território nacional. A CoronaVac e o imunizante de Oxford tiveram o uso emergencial concedido pela agência, mas ainda possuem caráter experimental no país.

As fórmulas em uso no país, até o momento, são a CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, e Covishield, desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, que foram autorizadas para uso emergencial, mas acordos de transferência de tecnologia irão permitir que sejam fabricadas por instituições brasileiras (Instituto Butantan e Fiocruz).

Embora o registro de liberação já esteja em vigor, o imunizante ainda não está disponível em solo brasileiro e poderá ser aplicado em pessoas com mais 16 anos e não apenas nos grupos prioritários como: idosos, pessoas com comorbidades e profissionais da saúde, assim como ocorre atualmente, que é concedido apenas o registro em caráter emergencial.

A compra do imunizante não inclui a transferência de tecnologia. Isso quer dizer que ela não será fabricada no Brasil e terá de vir do exterior. Segundo o ministério da saúde, o contrato proposto pela farmacêutica diz que a empresa não se responsabiliza por efeitos adversos graves ocasionados pelo imunizante e esse é o motivo para a compra ainda não ter sido feita.

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