
O atendimento médico atravessou a tela. Esta lei define e regulamenta a prática de telemedicina no Município de São Paulo — levando consulta, diagnóstico e acompanhamento de saúde para perto de quem mais precisa, com segurança e respaldo legal.
Em uma cidade de milhões de pessoas, o tempo e a distância sempre foram barreiras entre o paciente e o cuidado. A pandemia tornou esse problema ainda mais urgente.
Marcações demoradas e deslocamentos longos afastavam o paciente do atendimento no momento certo.
Quem mora longe dos grandes centros de saúde enfrentava dificuldade extra para chegar a um especialista.
No auge da pandemia, ir presencialmente a uma unidade de saúde por consultas simples ampliava a exposição ao vírus.
O atendimento remoto já era possível, mas faltava um marco legal municipal que desse segurança a médicos e pacientes.
A Lei 17.718/2021 dá nome, regra e respaldo à telemedicina em São Paulo. Saúde com a mesma seriedade do consultório — agora também na tela.
Atendimento médico a distância, em tempo real, conectando paciente e profissional sem que um precise estar fisicamente ao lado do outro.
Emissão de laudos e avaliação de exames a distância, agilizando resultados e decisões clínicas.
Acompanhamento contínuo de pacientes — especialmente crônicos e idosos — sem que precisem sair de casa a cada checagem.
Prática alinhada ao sigilo médico e à proteção de dados do paciente, com o mesmo compromisso ético do atendimento presencial.
Mais alcance para quem vive longe dos grandes centros, reduzindo deslocamentos e tempo de espera.
Regra clara que dá segurança jurídica para que serviços públicos e privados ofereçam telemedicina na cidade.
A prática regulamentada por esta lei se traduz, na cidade, em milhões de atendimentos remotos pela rede pública municipal de saúde.
Fonte: Prefeitura de São Paulo — Secretaria Municipal da Saúde (Consultório Digital e aplicativo e-saúdeSP). Os números referem-se à rede municipal de saúde digital, amparada legalmente no município por esta lei.
O Vereador Sansão Pereira apresenta a proposta para regulamentar a telemedicina em São Paulo, respondendo a uma necessidade urgente da população.
A proposta avança pelas comissões e é aprovada pelo plenário da Câmara Municipal de São Paulo.
Sancionada, a lei passa a valer e a telemedicina ganha um marco legal definitivo no município.
A regra continua amparando atendimentos remotos e abrindo caminho para a inovação na saúde pública e privada da cidade.
"Saúde não pode esperar. Levar o médico até onde a pessoa está é cuidar de gente de verdade."
É o exercício da medicina a distância, com apoio de tecnologia. Inclui consulta, diagnóstico, monitoramento e orientação médica sem a necessidade de paciente e profissional estarem no mesmo local.
Não. Ela é uma ferramenta complementar. Muitos atendimentos podem ser resolvidos ou iniciados a distância, mas o médico continua indicando o atendimento presencial sempre que necessário.
Sim. A lei prevê que a prática siga o sigilo médico e a proteção de dados do paciente, com o mesmo compromisso ético do consultório.
Porque dá segurança jurídica para que serviços de saúde da cidade ofereçam telemedicina com regras claras, beneficiando diretamente a população paulistana.
Momentos da conquista que ampliou o acesso à saúde digital em São Paulo.



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